Eu sou uma folha do galho “vida” que se desprenderá, que se perderá, que o tempo irá levar.
Eu sou mais uma gritando por um pouco de atenção em meio a multidão.
Eu sou somente uma âncora propensa a afundar na imensidão do mar.
Eu sou somente uma que será levada com o vento depois de um tempo.
Eu serei esquecida no meio da estrada, no meio da calçada, no meio da madrugada.
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