sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Links - Para ler e reler (01)



"Minha lógica" (Não sou apenas mais um)
"Faz parte" (Meu pensante)
"Dias ruins" (Meu refúgio incerto)
"Tenho saudade" (...Liguem as luzes...)
"Passos agudos" (Meu pensante)
"Menina" (Sem eira nem beira)

Literatura estrangeira:
"Invictus" (William Ernest Henley)



Indicação - "Personagem Sentimental" (Não sou apenas mais um)

Bom, como sabem sou amiga do autor do Não sou apenas mais um. Sempre indico blog dele por me servir como fonte de inspiração e diversão, e dessa vez ele postou um texto com um tema aqui já abordado, o teatro da vida. Como sempre expressando tão bem suas emoções que me senti realmente em cima de um palco, com o frio da ansiedade me arrepiando a espinha. Espero que gostem do post tanto quanto eu gostei. Vocês podem conferí-lo aqui.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Depois do fim


Primeiro vai parecer que o mundo acabou, você vai chorar, vai se desesperar, vai achar que tudo está perdido. Mas nada está perdido, isso é só o fim de uma etapa. Significa que você cresceu e tem que se desprender do passado. Isso não é ruim, pode parecer, mas não é. Você vai querer chorar e gritar em plenos pulmões e se sufocar em seus próprios prantos, provavelmente vai fazer isso, se precisar faça. Se precisar de um abraço, abrace. Depois que tudo isso passar você vai se sentir melhor, talvez essa felicidade demore alguns dias, meses, em certos casos até anos, mas ela vem. Acredite. Faça tudo que tiver vontade, e verá que se sente mais livre, mais leve, e seu coração se abrirá naturalmente para conhecer novos lugares, novas pessoas. Vai entender que na vida existem idas e vindas, essa foi só uma delas. Aquela dor inicial vai se dissipando pelo ambiente, você exalará tristeza e inalará a liberdade. As nuvens negras que te circundavam abrirão para um novo sol, na verdade, o sol é o mesmo, mas você será diferente, e esse novo olhar lhe permitirá enxergar a realidade de outra maneira.

sábado, 15 de dezembro de 2012

James Blunt - Same mistake


Pretérito eternizado


De vez em quando eu me perco em minha memória, em nossas lembranças. Sorrio sozinha. Sofro sozinha. Não sei qual motivo ainda me prende aqui, porém em todo "não" seu que ouço, sinto um "sim". É algo sentimental, quase irracional. Fico tanto tempo pensando no nosso passado, que hoje sou formada por resquícios de arrependimentos, poderia o ter vivido melhor. Esqueci que já não lhe possuo mais. Choro. Meu travesseiro molha. Tento dormir. Tento não sentir. Não consigo esquecer, talvez porque não queira, talvez porque acredito em nós.

Realidade


Eu sei o quanto é difícil dizer "adeus", pois nem sempre nosso coração aceita a realidade. É bom criar um mundo, viver em fantasias, se perder em devaneios, entorpecer a solidão com uma boa dose de surrealidade, mas não importa o quão profundo seja seu sono, você um dia acordará.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Infelizmente livre



Temo a liberdade. Não seria tão mais fácil se nossas vidas fossem controladas, se fôssemos marionetes dançando sincronizadamente no palco da vida? Sorrisos forçados, emoções artificiais e a certeza de um futuro feliz. Essa coisa de poder amar qualquer pessoa me deixa louca, pois se tudo fosse coreografado alguém me amaria também. Se tudo fosse ensaiado, saberíamos o que viria no fim, e no último ato, antes das cortinas se fecharem a peça terminaria com risos e aplausos, com alegria e emoção. Essa liberdade que não me impede de amar, de viver, de sonhar, e consequentemente de me desiludir. Tenho medo dela, tenho medo do futuro, tenho medo de tudo que desconheço, ou seja, tenho medo da vida.

Esperança no fim



No fim percebemos que nada mudou, as promessas e a esperança eram somente palavras que se perderam no espaço e no tempo, e então o desejo de um novo fim começa a ganhar forças por entre nossas entranhas, como se este fosse trazer algo bom, como se este pudesse saciar nossa vontade de dias melhores.
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