O calor do meu amor se perdeu na frieza do seu olhar. E agora? Como se sente? Satisfeito? Eu não. Quero mais do seu sangue derramado sobre sua própria armadilha para as tolas. Não quero que morra. Não tão rápido. Quero que seja uma falência dolorosa, que esta se alimente de cada boa memória que possui, até que não sobre nada mais do que esse seu corpo implorando perdão, se esgueirando pelos becos imundos da cidade, me procurando em cada rua. Eu adoro essa sensação de vingança, de poder assumir o controle novamente. É libertador, não acha? Gosto quando chora, seu sofrimento é minha força, suas lágrimas matam minha sede. Em meio aos seus gritos de dor neste eterno minuto eu me perco em êxtase. Sou assim, eu não brinco, eu não jogo, eu ganho. Aprenda.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Misericórdia
O calor do meu amor se perdeu na frieza do seu olhar. E agora? Como se sente? Satisfeito? Eu não. Quero mais do seu sangue derramado sobre sua própria armadilha para as tolas. Não quero que morra. Não tão rápido. Quero que seja uma falência dolorosa, que esta se alimente de cada boa memória que possui, até que não sobre nada mais do que esse seu corpo implorando perdão, se esgueirando pelos becos imundos da cidade, me procurando em cada rua. Eu adoro essa sensação de vingança, de poder assumir o controle novamente. É libertador, não acha? Gosto quando chora, seu sofrimento é minha força, suas lágrimas matam minha sede. Em meio aos seus gritos de dor neste eterno minuto eu me perco em êxtase. Sou assim, eu não brinco, eu não jogo, eu ganho. Aprenda.
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