Os cadáveres que joguei no mar agora vieram à tona, todos eles. Que fazem a areia da minha ampulheta voltar para cima, discutindo com meus pensamentos como as leis físicas são frágeis dentro de uma mente como a que tenho. Os fantasmas das pessoas que já matei, presos na minha casa, dormindo na minha cama, usando meu chuveiro. Eu quem achava que a morte era o fim... É só início do céu para os que vão e do inferno para os que ficam.
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